Os profissionais na Inglaterra.



As Guildas inglesas Também enfrentavam os mesmos problemas quanto aos músicos da cidade local e se organizavam a fim de saná-lo.
Os vigias e/ou músicos eram incubidos de outras tarefas, tais como: terra isenta de ônus para cultivar, ou eram pagos para a tarefa exclusiva da música, ou por oferta de cidadãos
Em meados do séc. XV todos esses vigias estavam tão ocupados com as tarefas de músicos, que suas profissões como vigias já eram um tanto esquecidas.
Tanto que na época de Isabel (como princesa) os músicos, tinham permissão para ficar fora da cidade em cursos por períodos abarcantes.
Nessa época os músicos tinham obrigações extras, já não mais ficavam a cargo tão somente da música na cidade, Um exemplo são os músicos de York que foram pagos pra tocarem em Nottingham numa excursão pelo sul, num período de mais que três meses. A função desses músicos era, levar música a casa de Nobres.
Esses músicos levaram consigo, oboés, flautim soprano, saquebute e provavelmente, instrumentos de corda, que nessa época começou a ser usual no progresso da música doméstica. Não se sabe quanto eram os instrumentistas, ou quantos os cantores, deduz-se que os aprendizes eram os sopranos e contraltos.
Os músicos da cidade de Londres, nessa altura, tentaram formar com os vigias e os mestres, a guilda de Londres, no entanto, essa organização, sofreu dificuldade de disposição, pois tal dividia espaço com os músicos do Rei.
Henrique IV descreve nessa época uma carta-régia, dizendo que os músicos do Rei Ficariam a cargo de controlar a organização da Música em todo o país. O sistema de guilda poderia continuar existindo, embora não tivesse conseguido ainda se formar uma em Londres.
Bastou esta carta do Rei para os Menestréis juntarem-se aos Vigias, sob a ordem do Lorde prefeito, e começarem uma série de litígios reivindicando seus direitos como músicos e uma maior gama de serviços.
Nem quando o Maior músico real tornou-se membro da guilda, essas pendências se ajustaram.
Fora do controle das autoridades londrinas, existiam em granel de atividades musicais, tais como a música no teatro.
Embora a Música na guilda começasse a crescer de modo volúvel, o problema das duas jurisdições era e foi persistente até a lei de Reforma Municipal em 1835, quase cem anos depois. Enquanto existia essa dupla competência, a Guilda Londrina chegou a caçar cantores que tomavam parte de seus concertos.
No fim do reinado de Isabel I e princípios do reinado de Jaime II, Morley, Rosset e outros, com suas obras associadas a voltadas a fogo, começam a escrever músicas de alto padrão.
Apesar de já estarem no séc. XVII e XVIII, e a Alemanha já estar famosa com suas orquestras de Igreja, Londres continuava numa rotina Medieval, que não mais condiziam com o século que estavam vivendo, o que acarretou um desgosto tal nos ouvinte, a não acharem mais graça em ouvi-los.
Surge nesse cenário, John Ravens que estudou na Universidade de Cambridge. Esse exímio músico ganha destaque no teatro de Fields em Goodman, era violinista ripieno,
Violinista (solista), mas executava muito bem obras de um concerto de Corelle uma abertura de Haendel, compunha também para Gaitas de Foles.
Surgem muitos standtpfeifer, alguns deles, pelo menos os cinco primeiros Bachs, eram músicos eminentes, compositores notáveis, esses tiveram instruções dentro das guildas, mas executavam músicas rápidas e modernas.
Fora da Igreja, todas as bandas citadinas vêem a necessidade da inclusão do trompete, e incluem o trompete de vara em suas bandas.
Em Munique, Alemanha, começa uma batalha entre os trompeterkameradschaft e os stadtmusikanten que entrou pela séc. XIX.
Os trompeterkameradschaft, não eram bem vistos diante de algumas situações e/ou lugares. Fato ocorrido em 1782 quando o regente do coro não queria a presença deles na Igreja de Nossa Senhora, tentou impedi-los, alegando que poderia arrumar músicos mais baratos por si próprio. Mas, foi em vão, visto que os trompeterkameradschaft tinham respaldo real e continuaram assim a tocar nas procissões e eventos da igreja.
A questão Jamais foi resolvida, no entanto, com o decorrer do tempo os trompeterkameradschaft forem desfazendo-se, por serem incapazes de tocarem outros instrumentos, parte desses músicos, se dividiram nas orquestras palacianas da cidade de Munique, outra parte, montaram um grupo moderno tocando musicas populares.
Os standermusiker de Leipzig Tornaram-se membros da Orquestra Gewandhaus; Sempre Liszt precisava de uma orquestra muito grande para seus concertos na corte, admitia os Stadtpfeiferei, numa outra organização, com outro maestro .


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Pré-Classicismo

Ópera napolitana

Desde o início a ópera é a música mais popular na Itália, fazendo a transição entre o barroco e o classicismo. O seu principal compositor é Alessandro Scarlatti (1660-1725), pai de Domênico Scarlatti (1685-1757), e a cidade de Nápoles é o centro da atividade operística. Sob domínio espanhol de 1522 a 1707, Nápoles difunde o estilo musical que predomina no século XVIII. Da ópera napolitana são importantes: as grandes árias, realizadas em solos ou duos dos personagens; a distinção entre óperas séria (de temática erudita) e ópera bufa (de Temática retirada do cotidiano, que não se confunde com a chamada ópera cômica); a inclusão de melodias ao gosto popular; e os invariáveis happy ends, tornando a ópera um gênero musical leve e popular. Entre seus compositores destacam-se Niccolo Jommelli (1714-1774) e Davide Perez (1711-1778) compositores napolitanos que serviam à corte de Lisboa, Alessandro Scarlatti e também Joseph Haydn (1732-1809).

Alessandro Scarlatti (1660-1725) é nomeado mestre da capela real de Nápoles em 1648, função que ocupa até sua morte. Leva a ópera napolitana a limites inusitados. Escreve 115 óperas, 700 cantatas, mais de 200 salmos, inúmeros oratórios e diversas peças de música de câmara. A maior parte dessa obra permanece em manuscritos. Pai de Domênico Scarlatti, que anos depois revoluciona a escrita para teclado.

Joseph Haydn (1732-1809) começa a compor muito jovem, dirigindo uma pequena orquestra para o conde Morzin. Em 1761 é chamado para dirigir a capela de música dos príncipes Esterhazy, aos quais serve até sua morte. É responsável pela lapidação formal da música instrumental, tendo deixado 104 sinfonias, 50 sonatas para piano e 80 quarteto de cordas. È considerado o principal compositor da escola napolitana.


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Amigos,

Recentemente li uma matéria, publicada pela Agencia Reuters, que confirma aquilo que os órgãos da imprensa especializada tem alertado: nossos jovens estão ficando surdos! Com o advento dos MP4,5,6,7,8,9... cada vez mais potentes, com os fones de ouvidos minúsculos e infiltrados no canal do ouvido externo, o som se torna potencialmente mais intenso e o perigo está exatamente aí. Assim, como as músicas são muito atraentes, há uma "necessidade" de aumentar o volume para "melhorar a qualidade"... E dessa forma, então, a tragédia está consumada.
A matéria é muito séria e gostaria de sua especial atenção para alertar crianças, pre-adolescentes, adolescentes e jovens sobre o perigo de se usar tais aparelhos. Estamos diante de uma nova geração de "jovens que estão ficando surdos". Mas é possível reverter a situação se o alerta for dado.
Avalie bem esta informação e ajude pessoas a terem a sua saude auditiva de volta.
Prof. Noélio Duarte - Fonoaudiólogo

Lesões Auditivas Irreversíveis

Mais de 10 milhões de jovens europeus estão sob o risco de prejudicarem seus ouvidos ao escutar músicas de seus aparelhos MP3 com o volume muito alto, revelou o órgão da União Europeia para riscos à saúde, em conferência nesta terça-feira.
Escutar músicas em aparelhos de MP3 e outros tocadores em um volume muito alto por longos períodos pode causar perda de audição e zumbidos no ouvido, disse o Comitê Científico da União Europeia para Riscos à Saúde Emergentes e Identificados Recentemente.
O órgão concluiu que entre 5 e 10% dos usuários de MP3 estão sujeitos a perda permanente da audição se ouvirem a músicas em tocadores por mais de uma hora por dia, com o volume máximo por um período de cinco anos. Não há cura para a perda da audição ou zumbido, o comitê apontou em seu relatório.
"Sejamos realistas -- nós estamos vendo uma catástrofe ao menos que algo seja feito logo", disse Stephen Russell, do grupo pan-europeu de segurança ao consumidor ANEC.
O encontro, organizado pela Comissão Europeia em Bruxelas, debateu possíveis medidas para prevenção de tais problemas de saúde, desde avisos nas telas dos aparelhos e limites nos volumes máximos dos tocadores. A Comissão disse que examinaria possíveis ações contra o problema.

Fonte: Reuters (Fev. 2009)


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